És tu. Nasces assim todos os dias na perspectiva vislumbrada. No horizonte consentido. Portentosa luz. Tu, fêmea de mim, não páras de nascer- por entre cachos fecundos, sob os ombros, em cada gesto lançado de nós ao infinito. És luz renovada e parto recorrente. Ano Novo, marco dos astros. Mudança de estação. Surges no ocaso e vestes-te de aurora. És madrugada iluminada, solstício ansiado. Tens luz de promessa de vida e despertas-me a fome de existir. Beleza recriada, útero que envolve o ritmo dos dias. 31 anos. Nasces e renovas, permanentemente- até tudo ser possível por dentro do amor.sexta-feira, 20 de março de 2009
Sol
És tu. Nasces assim todos os dias na perspectiva vislumbrada. No horizonte consentido. Portentosa luz. Tu, fêmea de mim, não páras de nascer- por entre cachos fecundos, sob os ombros, em cada gesto lançado de nós ao infinito. És luz renovada e parto recorrente. Ano Novo, marco dos astros. Mudança de estação. Surges no ocaso e vestes-te de aurora. És madrugada iluminada, solstício ansiado. Tens luz de promessa de vida e despertas-me a fome de existir. Beleza recriada, útero que envolve o ritmo dos dias. 31 anos. Nasces e renovas, permanentemente- até tudo ser possível por dentro do amor.
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